25 thoughts on “Edinburgh Military Tattoo 2011 – Brazilian Marine Corps Band (Banda Marcial dos Fuzileiros)

  1. Não creio assim pois o que eles pensam é o que somos exatamente. Somos um
    país tropical e culturalmente o nosso gosto é o samba, samba canção e bossa
    nova. Essa é a única novidade daqui para o mundo. O resto eles já fazem lá
    fora e, muito melhor que nós. O samba não, só nós fazemos bem pois temos o
    segredo do ritmo e da cadência. Nem um maestro ou regente lá conseguiria o
    que uma criança de 5 anos aqui faria com maestria. Deixa assim mesmo!
    Parabéns à Banda dos Fuzileiros Navais!

  2. Vendo os comentários sobre a apresentação , gostaria de destacar somente um
    ponto , foi a melhor representação do espirito Brasileiro onde para mim
    ficou demonstrado que nossas forças armadas estão para defesa do Brasil ,
    mas prefere a paz ……Parabens ao CFN

  3. os estrangeiros sao muito menos duros com os brasileiros respeito aos
    proprios brasileiros. os brasileiros amam criticar o proprio pais. No
    exterior tem muita m**** mas os estrangeiros nunca falam mal do proprio
    pais.

  4. Realmente. Axé não foi uma boa escolha, sem conta a cena lamentável do cara
    sambando, como se estivesse num carnaval. Uma coisa é ser simpático. outra
    é fazer bagunça. Mas a banda é demais! Já assisti a uma apresentação deles
    na minha cidade. Não existe mais de uma, mas aqui só tocaram as tops. E as
    gaitas de fole arrepiam qualquer um!

  5. Eu odeio criticar qualquer coisa relacionada as FFAA, mas tem horas que
    isso se torna inevitável. Mas bailarina de mini-saia colorida e fuzileiro
    sambando é tudo, menos uma apresentação marcial. O espírito de porco que
    bolou essa apresentação deveria abrir um dicionário e pesquisar a palavra
    ”marcial” antes de ter essa infeliz ideia! Os gringos devem pensar:
    ”Isso deve ser o cotidiano militar no Brasil!”

  6. a cala a boca o samba é tradicional daki e os kra n podem sambar em uma
    apresentaçao ? na real kra eles sao obrigados a tocar isso sim

  7. kra n te agredi verbalmente calma kra fica tdo estressado ai to ligado q
    samba é coisa de boêmio claro q fui na escola estudo no Colegio Militar
    melhor q mto coleginho por ai . tbm n gosto de samba kra mto menos de axe
    mas a imagem do Brasil la fora é do samba ou seja numa apresentaçao dessas
    fica quase q obrigatorio por causa da imagem no exterior ser o samba
    tradicional entendeu amigo?

  8. O Brasil não é só samba não, o palhaço. Não frequentasse a escola? Samba
    pra mim é coisa de boêmio. Samba perto de outras culturas é uma merda. Axé,
    então, nem se fala.

  9. Vi uns comentários aqui que o pessoal estava criticando a banda do corpo
    dos fuzileiros navais ; mas penso que foi uma critica positiva ; ninguém
    questionou sua qualidade mas sim sua música tocada aí como apresentação ;
    pois foi inadequada para essa apresentação ; muitas pessoas lá fora acha
    que no brasil só tem samba e nada mais mas tem também o hino da marinha ;
    canção do expedicionario que são muito lindas de se ouvir .

  10. Cara,é uma simples questão de apresentar as raízes culturais do país de
    origem ! os outros países fizeram as mesmas coisas !

  11. …sem tocam Samba…criticam…se tocam música do nordeste…criticam…se
    tocam qualquer outra música…criticam…Os Brasileiros precisam aprender a
    valorizar e entender que somos Originais, Ousados, Inteligentes e
    Competentes…sem medo de arriscar e com coragem de fugir do
    convencional…Parabêns e Sucesso aos Fuzileiros…

  12. Isso é o absurdo do absurdo. O baião foi tolerável, já que foi tocado com
    a banda em formação e tudo mais. Mas o samba foi inaceitável. Ao que
    parece, o festival era de bandas militares, não de idiotices. E também é
    curioso, porque essa banda não tocou uma única música militar. Parabéns à
    banda dos fuzileiros, por nos exporem ao ridículo num festival MILITAR.

  13. @LAR2355 NEsse vídeo não aparece… dei uma olhada em outros e na
    finalização eles apresentam uma militar na saída, O Cisne Branco.

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